quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Não deixe a chama se apagar

Por Pb. Aislan Guedes da Silva
Texto base: Mateus 25;1 a 13
- a parábola das dez virgens.


Diante desta parábola o Senhor Jesus, nos mostra a realidade do reino dos céus, ele faz uma comparação entre o noivo e as dez virgens, com Ele mesmo e os crentes. Primeiro Ele diz que havia 10 virgens aguardando o noivo, cinco delas eram néscias e cinco prudentes, e conta à parábola que o noivo se atrasa e as virgens estavam com as lâmpadas a aguardar o noivo, porém as néscias não traziam consigo uma reserva de azeite para acaso viesse precisar para não se apagar as lâmpadas, já as prudentes tinham uma reserva para passar a noite toda; aconteceu que foi anunciada a chegada do noivo e eis que as néscias se desesperaram, pois as suas lâmpadas estavam para se apagar, enquanto as prudentes estavam tranqüilas, pois tinham sua reserva de azeite, as néscias pediram as prudentes, porém estas negaram, então elas saíram para ir comprar no mercado, e justamente nesse momento o noivo chegou, passou por elas, porém elas em trevas não o viram, e ele entrou nas bodas com as prudentes e fechou a porta, as néscias chegaram e encontraram a porta fechada, e clamaram para que se abrisse, porém o noivo, não abriu, e disse que não as conhecia, e ordenou que vigiasse, pois não sabia o dia e a hora da sua chegada. Diante deste contexto, podemos observar que Jesus, faz verdadeiramente uma comparação com a igreja, a sua vigilância, preparação e perseverança na fé e no aguardo da volta do Senhor na sua glória. Observemos agora três lições deste texto para a vida do crente:

1- Devemos estar sempre vigilantes e ansiosos pela vinda do Senhor.
· Tiremos pelo exemplo das virgens prudentes: todas tinham suas reservas de azeite, prontas para aguardar o noivo à noite toda. v4
· O Senhor nos alerta a respeito da vigilância, lá em Mc 14:38 diz “ Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.”; ele alerta também na própria parábola no v13, “vigiai”.
Nós crentes devemos estar sempre atentos, devemos viver como se Cristo estivesse pra vir daqui a um momento, e não como se fosse para amanhã ou daqui um mês ou até um ano ou anos. Cristo vem a qualquer momento não sabemos a hora nem o dia, por isso estejamos sempre com a nossa chama do espírito acesa, tendo muita fé em Deus, sempre O adorando em espírito e em verdade, louvando suas maravilhas, orando bastante, lendo sua Palavra, trabalhando em sua obra, evangelizando, e sempre nos fortalecendo na comunhão com os irmãos na fé.

2- O imprudentes serão deixados pra trás.
· Aqueles que estão em trevas não verão o momento que o Senhor chegará. v10
· O exemplo das virgens néscias nos chama a atenção para a questão de que aqueles que deixarem seu fogo se apagar serão deixados pra trás. v11
Aqueles que deixarem a sua chama se apagar, infelizmente serão deixados pra trás, as virgens deixaram suas lâmpadas se apagarem e a conseqüência foi que o noivo chegou e elas não o viram, pois estavam em trevas e Ele passou por elas e fechou a porta. O crente que deixa a sua chama se apagar, esta correndo o risco de ser deixado pra trás, o crente que não ora mais, não louva e adora a Deus com todo coração, não lê a Palavra, tem pouca fé, que é religioso, simplesmente vai a igreja por ir, entra e sai do mesmo jeito que entrou, não se dispõe a fazer a obra do Senhor e se detém nas coisas mundanas; esse tipo de crente, não é crente de verdade e será deixado pra trás, quando o Senhor vier na sua glória e arrebatar a igreja.

3- Não deixe pra depois, para reacender a sua chama, pois pode ser tarde demais.
· As néscias deixaram para o momento em que o noivo chegou para irem em busca de azeite para suas lâmpadas, e quando chegaram a porta já havia se fechado e não se abriu mais. v.11, 12
· Não podemos deixar para depois pois não sabemos nem a hora ou o dia em que Ele virá (v13). A palavra do Senhor nos diz em Mt 25:27 “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem.” A vida do Senhor será repentina, ele pegará todos de surpresa e quem estiver despreparado não terá tempo de voltar atrás.
Não podemos deixar pra amanhã ou depois, para consertar o que está errado em nós, é necessário nos examinar dia a dia, pra ver se estamos realmente com nossas chamas acesas, e se estivermos com as nossas “reservas de azeite” se esvaziando, vamos em busca antes que a chama se apague e o Senhor nos encontre em trevas, como esta escrito em Mt 24; 44 “Por isso ficai também vós apercebidos; porque numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem.”, e não acabe ficando pra trás, “e ele vos responderá: Não sei donde sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade. Ali haverá choro e ranger de dentes quando virdes Abraão, Isaque, Jacó e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora. Lc 13;27,28 ”.
Portanto, devemos estar sempre vigilantes, preparados e ansiosos pela vinda do nosso Senhor Jesus Cristo, ela será repentina, por isso devemos estar sempre com a chama de nossos corações acesas, adorando o nosso Deus de todo o coração e o servindo sempre com alegria, por que muitos nas igrejas dirão “Comemos e bebemos na tua presença, e tu ensinaste nas nossas ruas. Lc 13;26 ”, mas não entregaram suas vidas verdadeiramente ao Senhor e Ele responderá; “Não sei donde sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade.Lc13;27” Mt 22:14 “Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.”
Que Deus nos abençoe.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

As Riquezas Infinitas de Cristo

por João Calvino
Sem o evangelho
tudo é inútil e vão;
sem o evangelho
não somos cristãos;
sem o evangelho
toda riqueza é pobreza;toda sabedoria, loucura diante de Deus;toda força, fraqueza;e toda a justiça humana jaz sob a condenação de Deus.
Mas pelo conhecimento do evangelho somos feitos
filhos de Deus,irmãos de Jesus Cristo,compatriotas dos santos,cidadãos do Reino do Céu,herdeiros de Deus com Jesus Cristo, por meio de quem
os pobres são enriquecidos;os fracos, fortalecidos;os néscios, feitos sábios;os pecadores, justificados;os solitários, confortados;os duvidosos, assegurados;e os escravos, libertados.
O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê. Assim, tudo o que poderíamos pensar ou desejar deve ser achado somente neste mesmo Jesus Cristo.
Pois ele foi
vendido para nos comprar de volta;preso para nos libertar;condenado para nos absolver.
Ele foi
feito maldição para nossa bênção;ofertado pelo pecado para nossa justificação;desfigurado para nos tornar belos;
ele morreu pela nossa vida para que, por seu intermédio,
o furor converta-se em mansidão;a ira seja apaziguada;as trevas tornem-se luz;o temor, reafirmação;o desprezo seja desprezado;o débito, cancelado;o labor, aliviado;a tristeza convertida em júbilo;a desdita, em felicidade;as emboscadas sejam reveladas;os ataques, atacados;a violência, rechaçada;o combate, combatido;a guerra, guerreada;a vingança, vingada;o tormento, atormentado;o abismo, tragado pelo abismo;o inferno, trespassado;a morte, assassinada;a mortalidade convertida em imortalidade.
Resumindo,
a misericórdia tragou toda a miséria;e a bondade, toda a infelicidade.
Porque todas essas coisas, que deveriam ser as armas do mal na batalha contra nós, e o aguilhão da morte a nos trespassar, transformam-se em provações que podemos converter em nosso benefício.
Se podemos exultar com o apóstolo, dizendo, Ó inferno, onde está a tua vitória? Ó morte, onde está o teu aguilhão? É porque, pelo Espírito de Cristo prometido aos eleitos, já não somos nós quem vive, mas é Cristo quem vive em nós; e, pelo mesmo Espírito, estamos assentados entre aqueles que estão no céu, de modo que, para nós, o mundo já não conta, mesmo que ainda coexistamos nele; mas em tudo estamos contentados, independentemente de país, lugar, condição, vestimentas, alimento e todas essas coisas.
E, portanto,
somos consolados na tribulação,nos alegramos no infortúnio,glorificamos quando vituperados,temos abundância na pobreza,somos aquecidos na nudez,pacientes entre os maus,vivos na morte.

Eis, em síntese, o que deveríamos buscar em toda a Escritura: conhecer verdadeiramente Jesus Cristo e as riquezas infinitas compreendidas nele, as quais nos são ofertadas nele por Deus, o Pai.
Fonte: “Preface to Olivétan’s New Testament” em Westminster Library of Christian Classic (Vol. XXIII), Calvin: Commentaries – Westminster John Knox Press, julho/79, pp. diversas.
Fragmentos do prefácio de Calvino à versão francesa do Novo Testamento (1534) traduzido por Pierre Robert Olivétan.
Seleção e arranjo: Tiago Canuto Baia
Tradução: Marcos VasconcelosRecife, 28 de julho de 2009

sábado, 15 de agosto de 2009

ENCONTRÃO DA FEDEREÇÃO

ENCONTRÃO DA
FEDEREÇÃO DAS UMPs
((( DIA 22 DE AGOSTO DE 2009 )))
ÀS 19h30
....................
NA 1ª IGREJA PRESBITERIANA DE IRECÊ
....................
Sua Mocidade está
convidada para este evento!
......................
Palavra com o Pastor CALMITO MÁRCIO.
Confraternização e deliciosa cantina
em benefício da reforma da igreja.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

XVI Congresso Nacional da Mocidade Presbiteriana

Já está na rede o Hotsite do
XVI Congresso Nacional da
Mocidade Presbiteriana!

Acesse:

Fique por dentro do maior evento da juventude presbiteriana do Brasil. Ele acontece a cada quatro anos e, em 2010, chega à sua 16ª edição tendo como sede a cidade do Rio de Janeiro. Jovens de todos os estados brasileiros se reunirão para momentos de música, louvor, estudos bíblicos, análise das atividades e propostas para o desenvolvimento do trabalho em âmbito nacional. É também o momento da eleição da Diretoria que liderará a Mocidade Presbiteriana pelos próximos quatro anos. Participe! Divulge! Reúna seus amigos ou encontre uma turma em meio a uma galera animada, belas paisagens e repleto da presença de Deus! Anote aí...XVI Congresso Nacional da Mocidade Presbiteriana 20 a 24 de janeiro de 2010 Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Férias com Jesus

Click na imagem para visualizar melhor o cartaz

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Falta de Amor?

Tornou-se comum evangélicos acusarem de falta de amor outros evangélicos que tomam posicionamentos firmes em questões éticas, doutrinárias e práticas. A discussão, o confronto e a exposição das posições de outros são consideradas como falta de amor.

Essa acusação reflete o sentimento pluralista e relativista que permeia a mentalidade evangélica de hoje e que considera todo confronto teológico como ofensivo. Nossa época perdeu a virilidade teológica. Vivemos dias de frouxidão, onde proliferam os que tremem em frêmito diante de uma peleja teológica de maior monta, e saem gritando histéricos, "linchamento, linchamento"!

Pergunto-me se a Reforma protestante teria acontecido se Lutero e os demais companheiros pensassem dessa forma.

É possível que no calor de uma argumentação, durante um debate, saiam palavras ou frases que poderiam ter sido ditas ou escritas de uma outra forma. Aprendi com meu mentor espiritual, Pr. Francisco Leonardo Schalkwijk, que a sabedoria reside em conhecer “o tempo e o modo” de dizer as coisas (Eclesiastes 8.5). Todos nós já experimentamos a frustração de descobrir que nem sempre conseguimos dizer as coisas da melhor maneira.

Todavia, não posso aceitar que seja falta de amor confrontar irmãos que entendemos não estarem andando na verdade, assim como Paulo confrontou Pedro, quando este deixou de andar de acordo com a verdade do Evangelho (Gálatas 2:11). Muitos vão dizer que essa atitude é arrogante e que ninguém é dono da verdade. Outros, contudo, entenderão que faz parte do chamamento bíblico examinar todas as coisas, reter o que é bom e rejeitar o que for falso, errado e injusto.

Considerar como falta de amor o discordar dos erros de alguém é desconhecer a natureza do amor bíblico. Amor e verdade andam juntos. Oséias reclamou que não havia nem amor nem verdade nos habitantes da terra em sua época (Oséias 4.1). Paulo pediu que os efésios seguissem a verdade em amor (Efésios 4.15) e aos tessalonicenses denunciou os que não recebiam o amor da verdade para serem salvos (2Tessalonicenses 2.10). Pedro afirma que a obediência à verdade purifica a alma e leva ao amor não fingido (1Pedro 1.22). João deseja que a verdade e o amor do Pai estejam com seus leitores (2João 3). Querer que a verdade predomine e lutar por isso não pode ser confundido com falta de amor para com os que ensinam o erro.

Apelar para o amor sempre encontra eco no coração dos evangélicos, mas falar de amor não é garantia de espiritualidade e de verdade. Tem quem se gabe de amar e que não leva uma vida reta diante de Deus. O profeta Ezequiel enfrentou um grupo desses. “... com a boca, professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ezequiel 33.31). O que ocorre é que às vezes a ênfase ao amor é simplesmente uma capa para acobertar uma conduta imoral ou irregular diante de Deus. Paulo criticou isso nos crentes de Corinto, que se gabavam de ser uma igreja espiritual, amorosa, ao mesmo tempo em que toleravam imoralidades em seu meio. “... contudo, andais vós ensoberbecidos e não chegastes a lamentar, para que fosse tirado do vosso meio quem tamanho ultraje praticou? Não é boa a vossa jactância...” (1Co 5.2,6). Tratava-se de um jovem “incluído” que dormia com sua madrasta. O discurso das igrejas que hoje toleram todo tipo de conduta irregular em seus membros é exatamente esse, de que são igrejas amorosas, que não condenam nem excluem ninguém.

Ninguém na Bíblia falou mais de amor do que o apóstolo João, conhecido por esse motivo como o “apóstolo do amor” (a figura ao lado é uma representação antiquíssima de João) Ele disse que amava os crentes “na verdade” (2João 1; 3João 1), isto é, porque eles andavam na verdade. "Verdade" nas cartas de João tem um componente teológico e doutrinário. É o Evangelho em sua plenitude. João ama seus leitores porque eles, junto com o apóstolo, conhecem a verdade e andam nela. A verdade é a base do verdadeiro amor cristão. Nós amamos os irmãos porque professamos a mesma verdade sobre Deus e Cristo. Todavia, eis o que o apóstolo do amor proferiu contra mestres e líderes evangélicos que haviam se desviado do caminho da verdade:

- “Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos” (1Jo 2.19).

- “Quem é o mentiroso, senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Este é o anticristo, o que nega o Pai e o Filho” (1Jo 2.22).

- “Aquele que pratica o pecado procede do diabo” (1Jo 3.8).

- “Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo” (1Jo 3.10).

- “todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1Jo 4.3).

- “... muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus Cristo vindo em carne; assim é o enganador e o anticristo... Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus... Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem lhe deis as boas-vindas. Porquanto aquele que lhe dá boas-vindas faz-se cúmplice das suas obras más” (2Jo 7-1).

Poderíamos acusar João de falta de amor pela firmeza com que ele resiste ao erro teológico?
O amor que é cobrado pelos evangélicos sentimentalistas acaba se tornando a postura de quem não tem convicções. O amor bíblico disciplina, corrige, repreende, diz a verdade. E quando se vê diante do erro seguido de arrependimento e da contrição, perdoa, esquece, tolera, suporta. O Senhor Jesus, ao perdoar a mulher adúltera, acrescentou “vai e não peques mais”. O amor perdoa, mas cobra retidão. O Senhor pediu ao Pai que perdoasse seus algozes, que não sabiam o que faziam; todavia, durante a semana que antecedeu seu martírio não deixou de censurá-los, chamando-os de hipócritas, raça de víboras e filhos do inferno. Essa separação entre amor e verdade feita por alguns evangélicos torna o amor num mero sentimentalismo vazio.

O amor, segundo Paulo, “é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Coríntios 13.4-7). Percebe-se que Paulo não está falando de um sentimento geral de inclusão e tolerância, mas de uma atitude decisiva em favor da verdade, do bem e da retidão. Não é de admirar que o autor desse "hino ao amor" pronunciou um anátema aos que pregam outro Evangelho (Gálatas 1). Destaco da descrição de Paulo a frase “O amor regozija-se com a verdade” (1Coríntios 13.6b). A idéia de “aprovar” está presente na frase. O amor aprova alegremente a verdade. Ele se regozija quando a verdade de Deus triunfa, quando Cristo está sendo glorificado e a igreja edificada.

Portanto, o amor cobrado pelos que se ofendem com a defesa da fé, a exposição do erro e o confronto da inverdade não é o amor bíblico. Falta de amor para com as pessoas seria deixar que elas continuassem a ser enganadas sem ao menos tentar mostrar o outro lado da questão.

Veja mais artigos de Augustus Nicodemus
no blog http://tempora-mores.blogspot.com/

quarta-feira, 15 de julho de 2009

COPA EVANGÉLICA DE FUTSAL 2009

Agradecemos a todos que participaram direta
ou indiretamente na organização deste
importante evento, nosso muito obrigado, e em
especial todos os times que lutaram com garra
para defenderem sua bandeira.
Deus abençoe a todos,
e em 2010 tem mais.
UNIDOS VENCEREMOS.
Comissão Organizadora