quinta-feira, 16 de abril de 2009

Acampamento MaraviLindo

(((ÁLBUM)))
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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Feitiçaria Evangélica

O fenômeno evangélico no Brasil adquiriu uma caricatura dantesca. O Evangelho de Jesus Cristo ficou em segundo plano em nome de "uma nova visão" . Ser cristão evangélico no Brasil implica uma identidade difusa:

1) ser "crente" se resume basicamente à magia religiosa, exercitada em auditórios onde se promete cura e proteção, sucesso financeiro e soluções imediatas para problemas e conflitos;

2) O discipulado de Jesus foi substituído pela venda de soluções fáceis;

3) A vida comunitária foi substituída pela metodologia empresarial como recurso de expansão;

4) A celebração da fé foi substituída por rituais grotescos, numa mistura de superstição, feitiçaria gospel e macumba "ao contrário";

5) Pastores foram substituídos por gurus, apóstolos e outros heróis, mais ocupados em comandar um grande exército que em conduzir pessoas à intimidade com Deus;

6) A Bíblia foi substituída por uma teologia popular, com discursos extraídos das falas dos líderes carismáticos, na qual o sentido original da bíblia é deturpado e diluído de boca em boca, até chegar ao último da fila como sal que para nada mais presta;

7) O engajamento no Reino de Deus foi substituído pela adesão ao "ministério do fulano", às "cobertura do sicrano" e à "visão do beltrano";

8) A cruz, como símbolo maior do cristianismo, foi substituída por bonés, adesivos e camisetas com estampas da comunidade A, ministério B e apóstolo C.Enfim, parece mesmo que "outro evangelho" está sendo anunciado, e por ser outro deve ser anátema (maldito).

Por Pr. Ed René Kivitz.

Tipos de Crente


Em nossos sermões estamos muito acostumados a ouvir que Moisés era um tipo de Cristo, assim como Davi e outros personagens... E tu, em que tipo de crente és?! Escolhe e diz qual é o teu tipo... Brincadeirinha...

Crente Foguete: vive no mundo da lua...
Crente celular: só vive desligado ou fora de área...
Crente Escoteiro: só vai em acampamento...
Crente Machado: qualquer idéia, ele já corta...
Crente Gabriela: “eu nasci assim, eu cresci assim,
e eu sou assim, vou ser sempre assim...
Crente Florzinha de Jesus: qualquer coisa, sai da igreja...
Crente Açúcar: se sair com chuva, derrete...
Crente Gelinho: cheio dos “não me toques”...
Crente “Denorex”: parece mas não é...
Crente Macaco: vive pulando de igreja em igreja...
Crente Carrapato: vive colado nos outros...
Crente Elevador: está sempre subindo e descendo
na vida espiritual...
Crente "Chiclet": só mastiga a Palavra,
mas não engole...
Crente Piolho: anda pela cabeça dos outros...
Crente Avestruz: vive colocando a cabeça em
baixo da terra quando tem um problema....
Crente Leão: não se meta com ele, pois
ele é o Rei da Igreja...
Crente Pinguim: vive sempre numa geleira
espiritual...
Crente 6h: Sempre dependendo da oração
dos irmãos: "seis" ora por mim?"...
Crente Pão de Forma: miolo mole, casca grossa,
chato e quadrado...
Crente “Rexona”: A bíblia sempre debaixo do braço...
Crente Cabelereiro: trabalha só para fazer a cabeça
dos outros...
Crente Carrinho-de-mão: alguém tem que empurrá-lo
até a igreja...
Crente Bule: de “pô café” (pouca fé).

quarta-feira, 8 de abril de 2009

A Verdadeira Páscoa

Já estamos nos momentos de reviver a Páscoa. Aí vem ovos de páscoa, caixas de chocolate, bacalhau, etc. O comércio está a mil, mas o principal motivo e o grande personagem da Páscoa fica no segundo plano.
O que é a Páscoa?

Páscoa é passagem, tradição judáica que tinha seu cume no sacrifício de um cordeiro imaculado para expiação dos pecados. Jesus é o nosso cordeiro, cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo.

Vamos olhar a Páscoa a partir de agora como ela deve ser vista, pelos olhos da fé, reconhecendo Jesus como o verdadeiro sentido da Páscoa.Que nos fez passar da morte para a vida.

Jesus chorou para nos fazer sorrir, entregou sua vida para nos livrar da morte do reino do pecado.Celebremos a Páscoa do Salvador, a nossa Páscoa de comunhão!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Seja Sábio

Por Pr. Alejandro Bullón
Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus
caminhos e sê sabio.
(Provérbios 6:6)
A formiga é usada por escritores sacros e seculares como exemplo de laboriosidade e previsão. Ela trabalha arduamente no verão para sobreviver nos tempos difíceis do inverno.
O sábio Salomão faz um convite para observar a vida desses pequenos insetos como um exemplo de persistência, coragem e diligência. Observar talvez seja uma das grandes virtudes da sabedoria. Passamos pela vida como loucos, correndo, agitados, sem tempo para observar o nascer do sol, o resplendor da lua ou até o simples gesto do cachorro que abana a cauda quando retornamos para casa. Essa falta de observação, faz de nós pessoas insensíveis e vazias. Meros robôs, que realizam um trabalho eficiente mas não desfrutam a vida.Com a formiga, aprendemos que a vida é luta e que, para sair vitoriosos, é preciso laboriosidade, ordem e provisão. As formigas não esperam “grandes projetos” para iniciar o dia trabalhando. Elas começam com o que têm à mão. Cumprem o dia-a-dia, não se detêm; simplesmente avançam. São muitas, e a soma de muitos pequenos trabalhos resulta num projeto fabuloso. Se você observar com lupa um ninho de formigas, verá a obra extraordinária de engenharia que elas desenvolvem e que seres humanos não conseguiriam realizar.Tem mais. As formigas trabalham como um exército. Há ordem e disciplina. Não existem grandes realizações sem ordem. O preguiçoso não gosta de trabalhar, nem de observar a ordem. O resultado é fome, miséria e fracasso. De todas as lições que a formiga ensina, a que mais me impressiona é a previsão. A formiga não consome tudo que encontra. Guarda, poupa, armazena. Para fazer isso, não passa fome nem desatende às necessidades da família. Isso seria avareza. Instintivamente, ela sabe que o inverno virá e não haverá condições de trabalhar; portanto, faz previsão. E quando as inclemências do frio chegam, enquanto outros animais passam fome, ela está protegida, alimentada e segura em seu ninho. O que você pode aprender com a formiga? Quanto falta para o inverno da sua vida? " Vai ter com a formiga..., considera os seus caminhos e sê sábio. "

quarta-feira, 1 de abril de 2009

UM DIA QUE BRILHA PARA SEMPRE

por Paulo Roberto Barbosa

"Mas a vereda dos justos é como a
luz da aurora que vai brilhando
mais e mais até ser dia perfeito"
(Provérbios 4:18).


Um velho sábio perguntou a seus jovens discípulos: "Quando termina a
noite e começa o dia?" Um deles respondeu: "Quando alguém pode ver a
diferença entre uma ovelha e um tigre?" "Não". Outro arriscou:
"Quando alguém pode ver a diferença entre uma árvore e um homem?"
"Não". "Então nos diga, sábio". Ele respondeu: "A noite termina e o
dia começa quando você pode ver Deus no rosto de um irmão e uma
irmã".

O que temos visto ao nosso redor? O que tem marcado
significativamente os nossos dias? Que experiências temos tirado dos
acontecimentos que temos presenciado? Temos vislumbrado mais a noite
ou o dia?

Quando o nosso coração está vazio de Deus e a vida espiritual tem
sido relegada a um plano inferior, facilmente somos induzidos a
perceber o lado negativo de todas as coisas. O vizinho é antipático,
a moça do caixa do supermercado nos trata com indiferença, os colegas
do trabalho não nos dão atenção, tudo é aborrecido e desagradável. Os
nossos olhos são incapazes de enxergar qualquer coisa boa. A vida não
passa de uma noite escura e interminável.

Quando abrimos o nosso coração para o Salvador Jesus Cristo e
pedimos a Ele que nos guie pelas sendas do amor e da felicidade, todo
o cenário se torna diferente. As cores são mais vivas e encantadoras.
Os jardins são sempre floridos e perfumados, a alegria parece estar
de pé para nos abraçar em cada esquina do caminho. Aquele vizinho se
mostra agora gentil e amigo. A atendente do supermercado é solícita e
sorridente. Os companheiros do trabalho não poderiam ser mais
atenciosos. O vento que entra pela janela traz consigo uma melodia
que nos induz a cantar e dançar. Tudo que vemos é bonito e nos enche
de vontade de viver. Nossos dias são ensolarados e não conseguimos
imaginar se a noite um dia voltará.

Quando Deus está em nós, as bênçãos do Senhor
transformam as trevas

em dias brilhantes e cheios de prazer.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Os ladrões de qualidade

Uma nova pesquisa mediu pela primeira
vez o impacto da corrupção sobre o
desempenho dos alunos. Quanto mais
se rouba, mais as notas caem.
Por Camila Pereira
Muito se fala no Brasil sobre a escassez de dinheiro para a educação. A ela se tem atribuído, ao longo de décadas, boa parte do fracasso brasileiro na sala de aula. No entanto, esse está longe de ser o principal obstáculo à melhoria do ensino no país. Quando se trata de dinheiro, o que realmente pesa contra a qualidade das escolas é a maneira como ele é aplicado – muito mal. Pela primeira vez, isso foi devidamente mensurado numa pesquisa, conduzida por um grupo de economistas da PUC do Rio de Janeiro e da Universidade da Califórnia. A conclusão é que poucos fatores prejudicam tanto o aprendizado no Brasil quanto o desvio e o mau uso dos recursos reservados às escolas. Resume Claudio Ferraz, um dos autores do estudo: "A ocorrência de casos de corrupção reduz significativamente as notas das crianças". O atraso, revelado em provas oficiais, equivale a meio ano escolar. O estudo tomou como base as auditorias feitas pela Controladoria-Geral da União (CGU) em 370 municípios. O objetivo da inspeção é fiscalizar a execução das verbas repassadas pelo governo federal às prefeituras, o que, na educação, representa cerca de metade do que os municípios têm para investir. Os pesquisadores encontraram ali de tudo um pouco: merendas compradas e não servidas, licitações fraudulentas, aluguel de ônibus que jamais transportaram um único aluno, para citar alguns dos problemas mais frequentes. O que explica a relação de causa e efeito entre corrupção e mau ensino, antes de tudo, é algo previsível. Nos municípios onde os desvios são mais volumosos, de acordo com os relatórios da CGU, falta o básico. Leia-se: lanche na hora do recreio, biblioteca e treinamento para os professores – este último, o mais prejudicial de todos ao ensino, segundo revela a pesquisa. Outra razão para a queda das notas num ambiente onde grassa a corrupção diz respeito a um fator menos visível, mas igualmente nocivo. Nos lugares em que ela é mais percebida pelas pessoas, encara-se a educação com menos seriedade. "A falta de comprometimento das autoridades serve de mau exemplo para professores, diretores, pais e até alunos", diz o especialista Francisco Soares, da Universidade Federal de Minas Gerais. Os resultados aparecem no boletim – e em histórias como a de Moju, a 100 quilômetros de Belém. Das cidades fiscalizadas pela CGU entre 2001 e 2004, incluídas no estudo, Moju é uma das que figuram com o maior número de irregularidades no uso do dinheiro da educação. Também apresenta alguns dos piores resultados do país em sala de aula, o que não é difícil de entender. Basta fazer uma visita à escola municipal Maria da Conceição Trindade de Souza, onde não há biblioteca, as crianças praticam esportes numa quadra com piso de cimento quebrado e as goteiras, em dia de chuva, molham os alunos durante as aulas. A necessária reforma deveria ter acontecido em 2004, mas a prefeitura não realizou o planejado. Mesmo assim, a CGU encontrou notas fiscais relativas a obras que jamais saíram do papel. Diz a vice-diretora Raimunda Rodrigues, 48 anos, que já estava lá nesse tempo: "Não sei onde foi parar o dinheiro – só sei quanto isso atrapalha a escola". Não é a única no município com a estrutura maltratada por falta de verbas que deveriam ter sido aplicadas em reforma. Casos de desvio de dinheiro da educação são comuns no Brasil. Junto com a saúde, essa é a área em que mais se acumulam fraudes e improbidades nos relatórios da CGU. A maior incidência de irregularidades na educação se explica, em parte, pelo grande volume de verbas repassadas do governo federal aos municípios – 15,5 bilhões de reais apenas em 2008. Esse montante só é inferior ao destinado à saúde. Soma-se a isso o fato de que os desvios na educação têm consequências menos óbvias, como, por exemplo, o atraso escolar. São mais difíceis, portanto, de fiscalizar. Um recente estudo da Unesco, que investigou cinquenta países, constatou a existência de duas medidas, testadas com sucesso, para baixar os níveis desse tipo de corrupção. A primeira delas é criar um sistema em que as informações sobre o orçamento fiquem disponíveis para consulta, de modo que qualquer um possa vigiar sua execução. A outra é capacitar secretários, técnicos e diretores de escola para que aprendam a fazer melhor uso do dinheiro. A experiência internacional mostra que somente essas medidas não resolvem o problema, mas certamente ajudam. O Brasil, é verdade, melhorou nas duas frentes. Resta ainda, no entanto, um longo caminho a percorrer. A nova pesquisa indica que, sem isso, será mais difícil avançar na educação.