quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A Igreja foi criada para crescer

1 PARA TODA REALIZAÇÃO HÁ UM PREÇO.
Olhemos sempre para Jesus. Ele pagou o alto preço para realizar a obra da redenção e fundar a Sua Igreja. O apóstolo Pedro fala que o custo do resgate pago por Cristo, para a nossa redenção foi altíssimo: Sabendo que não foi mediante cousas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo (1Pe 1.18-19). Para continuarmos a obra de Cristo precisamos pagar o preço da renúncia, do sofrimento, da injúria e da entrega total da nossa vida ao Senhor. Para toda realização há um preço a ser pago. Não existe cristianismo sem cruz, não existe vida sem morte.
2 PARA TODO ALVO HÁ UM OPONENTE.
Se você não souber para onde está indo, você poderá chegar a um lugar indesejável. Precisamos, portanto, ter alvos claros e definidos. Paulo dizia: prossigo para o alvo (Fp 3.14). Para todo alvo a ser atingido há oponentes. Jesus para alcançar o alvo do seu ministério suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo (Hb 12.3). Conosco não é diferente bem como no ministério da Igreja. O nosso alvo é a santidade de Deus. A nossa visão é sermos uma grande igreja missionária. E na busca destes alvos teremos que enfrentar oponentes. E o primeiro oponente a ser vencido sou eu mesmo, com todos os meus pecados e limitações. Há oponentes internos e externos, espirituais e materiais, visíveis e invisíveis. Para todo alvo há sempre, pelo menos, um oponente.
3 PARA TODA VITÓRIA HÁ UM PROBLEMA.
A Bíblia diz que em Jesus Cristo somos mais que vencedores. Ele já garantiu a nossa vitória. A realidade, porém, é que para tomarmos posse desta vitória enfrentamos muitos problemas. Para entrarmos no reino de Deus passaremos por muitas tribulações (At 14.22). Paulo teve um ministério frutífero e vitorioso. Este ministério vitorioso foi marcado por muitos problemas: "Porque, chegando nós à Macedônia, nenhum alívio tivemos; pelo contrário, em tudo fomos atribulados: lutas por fora, temores por dentro" (2Co 7.5). Ser vitorioso é ser um solucionador de problemas. Vencer é superar e conviver com problemas. Para toda vitória há um problema.
4 PARA TODO TRIUNFO HÁ UMA RECOMPENSA.
A principal motivação que leva uma pessoa a empreender é a recompensa. E a Bíblia afirma que "o nosso trabalho no Senhor não é vão" (1Co 15.58). Se desempenharmos bem a nossa tarefa, ouviremos da boca de Deus, o seguinte elogio: muito bem, servo bom e fiel (Mt 25.21). Este é o maior elogio e a maior recompensa que alguém pode receber (2Co 10.18). Um elogio assim motiva-nos a gastar a vida fazendo a vontade de Deus. Ele é o Deus que recompensa. Lembre-se: "Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos" (Hb 6.10). Não espere recompensas e reconhecimento de homens, mas preocupe-se com a recompensa divina.
Vamos trabalhar para o Senhor com afinco e vigor. Trabalhemos com Deus e para Deus, pois Ele já trabalha por nós. Porque "desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera" (Is 64.4).
Por Jeremias Pereira da Silva

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

SEJAM BEM VINDOS!

SEJAM BEM VINDOS
REV. CALMITO E FAMÍLIA!
Pr. Calmito, Enelma e Samuel.
A Árvore dos Amigos
Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples fato de terem cruzado o nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo. Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles. O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e a amiga mãe. Mostram o que é ter vida. Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós. Mas o destino nos apresenta outros amigos, os quais não sabíamos que iam cruzar o nosso caminho. Muitos desses são designados para nos amadurecer, nos ensinar, fazendo com que sejamos ovelhas fortes e bem cuidadas. Este é o amigo Pastor. Passamos a conhecer toda a família, a qual respeitamos e desejamos o bem. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova evidente de que duas almas não se encontram por acaso. A mocidade deseja a você e sua família, folha da nossa árvore, paz, amor, saúde, sucesso, prosperidade...hoje e sempre...
UNIÃO DE MOCIDADE PRESBITERIANA
DA 1ª IG. PRESBITERIANA DE IRECÊ.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

OS PENTECOSTAIS E A SÍNDROME DO ARMAGEDOM

por Rev. Flávio C. Martins.
Ultimamente tenho me encontrado com certa freqüência com alguns pentecostais que geralmente me abordam com assuntos escatológicos, principalmente quando descobrem que sou pastor. Na maioria das vezes são conversas muito chatas. O papo todo gira entorno das últimas coisas, sinais dos tempos, profecias preditivas, conspirações, anticristos, nova era, etc. Eles produzem uma espiritualidade a partir de conceitos escatológicos geralmente deturpados. Não se sabe muito bem o que eles querem, mas acredito que é uma forma de se imporem no universo evangélico. Como se estivessem dizendo: “Ei, Estamos aqui”. Eles fazem de tudo pra se mostrarem, pra serem reconhecidos. E o que é pior, eles adoram evangelizar crentes! Principalmente os de princípios ortodoxos. Pra eles, quem não se liga no armagedom, não ta com nada.

Não que as últimas coisas não sejam importantes, a questão é que o cristianismo é muito maior que isso. Apresentar o evangelho apenas na perspectiva da escatologia é minimizar tudo aquilo que Cristo disse e fez acerca do Reino de Deus. Ademais, o armagedom não é o fim nem a finalidade da encarnação de Cristo.

Uma interpretação mais séria do armagedom nos levará a conclusão de que esse evento exposto em Apocalipse 16:12-16, não será necessariamente um evento único ou literal. Durante toda a peregrinação do povo de Deus houve muitos armagedons, e haverá outros até ao dia em que Cristo virá. É possível compreender que haverá uma última batalha, ainda assim não é conveniente fazer o alarde que os pentecostais fazem entorno desse evento.

Quando converso com algum pentecostal sobre o tema – na maioria das vezes eu fujo desse tipo de diálogo – a impressão que tenho é que eles se utilizam desse tema para identificar se somos crentes ou não: se entendermos como eles o armagedom, somos seus irmãos; se entendemos de forma diferente eles começam a nos evangelizar.

Sem falar daquela postura desocupada de profeta de plantão: tudo o que acontece ao nosso redor é, para eles, em potencial, “sinal” de que o armagedom está próximo. Dias atrás um deles me disse que a atual crise mundial redundará na “última batalha”, e logo a seguir, se dará o retorno de Cristo. E não são poucos os que acham que Barak Obama é o anti cristo.

Mas o que me de deixa mais irritado é quando me deparo com alguns dos nossos irmãos de influência mais reformada navegando nesse mar revolto da teologia pentecostal. A impressão que tenho é que, no fundo, os de linhagem reformada são bem desenformados quanto à escatologia. Há um enorme emaranhado de idéias e interpretações confusas sobre as últimas coisas que levam muita gente a se apegar a qualquer tipo de interpretação ambígua que geralmente terminam ficando meio paranóicos com o “fim do mundo” e coisas do gênero.

É preciso que os nossos líderes sejam francos, honestos para informarem às suas ovelhas sobre a escatologia de um modo que as levem a refletir inteligentemente naquilo que a Palavra de Deus expõe nos textos apocalípticos. Fazendo uma boa exegese do texto sagrado usando boas fontes, procurando ensinar apenas aquilo que Deus desejou falar em sua Palavra escrita. Certa vez Calvino – a cerca de um possível comentário do livro de Apocalipse – disse: “Não quero dizer o que Deus não disse”.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

FELIZ 2009!

Desejamos a todos um ótimo 2009, cheio de realizações e de novas amizades. Cada indivíduo é um ser único e especial, que traz dentro de si um pouco da grandeza do criador. Porém esta grandeza vai sendo escondida e esquecida pelos desencontros e dificuldades da vida. Vamos perdendo a sensibilidade de enxergar a alma das pessoas, e somos levados a nos guiar apenas pelas aparências externas das pessoas e pelos nossos desejos de consumo. Podemos tentar ser felizes com o que temos, mas também podemos ter a felicidade de buscar aquilo que acreditamos merecer da vida, mas a verdade é que não se pode ser feliz sozinho, nem tampouco a dois. Ser feliz é compartilhar um estado de espírito de harmonia com todos aqueles que nos cercam. As pessoas valem mais que as coisas, o sentimento vale mais que o tempo e o amor mais que o conhecimento. Por isto, respeite, sinta e ame cada momento de sua vida, e saiba que o amor de Cristo abre as portas da eternidade.
Que o ano de 2009 seja cheio da Graça e Bençãos de Deus em nossa vidas.
Muita paz, prosperidade, saúde, felicidade e sucesso!